quinta-feira, junho 28, 2012

CONFISSÕES E CONFUSÕES

Sabe aquele dia em que falta a palavra?
Eu pensei em mil coisas pra escrever, assuntos dos mais variados:, tipo a mulher que parou o metrô porque perdeu um par de sapatos, sobre como nós mulheres somos malucas por conta de um batom que a gente (jura!) diz que não tem igual e depois descobre ter zilhões de cores igualzinhas, sobre a mulher estranha que usava um coque espetado no metrô e lustrava meu nariz com ele cada vez que se mexia, sobre o novo filme do Tim Burton que eu assisti e adorei, e até sobre uma menina maluca que eu descobri num vídeo do youtube. Mas sinceramente, não tô muito interessada em escrever sobre nada dessas coisas.
Eu queria escrever sobre algo engraçado, alguma coisa que tornasse a noite dos meus 19 leitores mais leve, mas o meu intelecto, ou a falta dele, não está permitindo.
Eu tenho uma mania infantil, dentre tantas, que não consigo largar: eu uso uma cobertinha cheia de linhas soltas e fico enroscando os dedos do pé nelas até pegar no sono.Neste momento em que torço para uma luz pairar sobre meu cérebro e iluminar um texto, estou mexendo meus dedinhos sob a cobertinha.
Qual a relevância disso? Sei lá eu, só pensei em comentar porque foi a única coisa sugestiva que surgiu.
Enfim, acabei me lembrando de outra mania que eu tenho: comer rabinho de porco. Entenda que não é o rabinho do porco literalmente falando, e duvido que exista alguém que goste disso, mas um salgadinho que nada mais é do que um macarrãozinho assado e crocante. Deveras salgado. Eu adoro, apesar de ele me causar retenção de líquido e consequentemente inchaço e cólica renal. Mas é muito gostoso.
Eu também era fanática assumida em coca cola, mas consegui superar essa, apesar de ter algumas recaídas leves as vezes. E batata Ruffles, mas essa ainda me domina.
Bom, como parece que nada vai surgir, melhor desistir e deixar o texto pra uma próxima.



Imagem Reprodução


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