quinta-feira, novembro 24, 2011

O VASO E O AMOR

Uma vez li um texto de Rubens Alves em que ele falava sobre o seu jardim.
Era um lindo texto e que me inspirou a fazer essa analogia.
O amor e o vaso.
Imagine o amor como um vaso bonito e esplendoroso em cima de um parapeito. Ele estará sujeito a todas as intempéries e sortilégios.O vento que chega traiçoeiro e pode balançar as estruturas ou até derrubar o vaso.
Assim também é o amor:  frágil e sempre sujeito ao que vem de fora e desestabiliza, por isto, o vaso como o amor, precisa ser firme.
Estou escrevendo do BlackBerry e sob efeito de Alprazolan, o que me torna intectualmente incapacitada neste momento.
Retornarei ao texto um pouco mais tarde.

Retomando o texto, desta vez , do computador de casa.
As palavras mal ditas e as ações impensadas também se incluem na metáfora sobre o vento. Muitas vezes precisamos usar de sabedoria e cuidados especiais para manter o vaso seguro, e para que, apenas estas, sejam levadas pelo vento.
Quando a chuva vier e trouxer tempestades e granizos, o vaso sofrerá mais que nunca, e muitas mãos serão necessárias para protegê-lo. Assim também, o amor, que precisa da união conjunta para se manter. Ambos precisam abraçar o desejo de se manter unidos.
Muitos esforços precisam ser feitos para que o vaso nunca, jamais, se quebre.Lembre-se, assim como o amor, o vaso poderá ser colado e, aparentemente, será tão belo quanto sempre o fora.
Mas, ele nunca mais será o mesmo vaso, apenas uma sombra simbólica de algo que um dia existiu.




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