terça-feira, janeiro 04, 2011

XIXI FORA DE HORA

Xixi
Olá meninos e meninas.
Espero que todos tenham tido um excelente começo de 2011, e vamos trabalhar para que este ano seja MUITO melhor do que o ano que passou.
Eu gosto de variar os assuntos do blog, então quando falo de moda, tendências e beleza penso na mulher que além de mãe, também ainda é mulher e se preocupa com seu corpo, sua saúde e gosta de se manter bonita.
Mas também gosto de falar dos pequenos e dos grandinhos que temos em casa.
Uma preocupação comum das mães é referente a criança que ainda faz xixi na cama.
Uma das minhas filhas, a Maria, tem 08 anos e ainda faz xixi na cama as vezes.Eu mesma fiz xixi na cama até os 10 anos de idade.
Precisamos entender o que é disfunção e o que é normal para a idade da criança, levando-se em conta que cada uma é de um jeito.
O xixi na cama atende pelo nome de Enurese Noturna e segundo os médicos, é aceitável até os 05 anos de idade.
Segundo uma equipe médica consultada sobre o assunto do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, a criança de 05 a 10 anos de idade, deve ser estimulada a usar o banheiro a cada três horas, mas isso também depende da quantidade de líquido que ela ingere.
A orientação é de ela tome 02 copos de água pela manhã, dois a tarde e nada a noite.
As vezes a criança está no meio de uma brincadeira e segura o xixi, isso faz com ela acabe molhando a roupa e não é motivo de preocupação, todas fazem isso vez ou outra.
O que não devemos fazer é expor a criança em uma situação vexatória por conta disso ou acusá-la de preguiçosa.Ninguém gosta de acordar molhado.
Uma vez conversei com o pediatra da Maria sobre isso e ele me disse que ela super saudável, só precisa ser acordada a noite pra criar o hábito, o problema é que eu nunca acordo e aí ela faz na cama mesmo.
Mas eu nunca briguei com a minha filha por conta disso, ela já acorda chateada por si só.
Então, esta é uma das minhas metas para 2011: ajudar minha filha a acordar seca.
Procure um médico e caso seu pequeno precise de ajuda, um Urologista será indicado.
E tente (eu vou tentar), não dar nenhum líquido para sua criança a noite, isso também ajuda e muito.

QUARTO DOS PEQUENOS
Nem sempre conseguimos concretizar os nossos desejos quando imaginamos o quarto das crianças, o alto custo dos móveis e decorações são absurdos.
As fotos abaixo são sugestões de decoração, dentro das possibilidades de cada um, obviamente.
O que vale é usar a imaginação e vasculhar as lojas de antigos.

quartos1

quartos2

AGRESSIVIDADE SEM CONTROLE


Quando tragédias acontecem, em geral ficamos comovidos e emocionados, solidários aos parentes das vítimas. Lamentamos o fato, procuramos entender suas causas etc. Não deixa de ser uma maneira de a sociedade exorcizar os demônios da angústia e do medo que surgem com a constatação de que "eu ou os meus poderíamos estar envolvidos em situação semelhante".
Na semana passada, testemunhamos duas tragédias: o seqüestro, fruto de um rompimento amoroso entre um jovem e uma garota, que acabou na morte desta, e o confronto das polícias civil e militar. Por associação, esses fatos tão nefastos podem dar origem a reflexões bem diversas. Por exemplo: o que a educação dos mais novos pode absorver de tudo o que aconteceu?
Em primeiro lugar, já deu para perceber que os adultos se encontram, de modo geral, com a agressividade descontrolada.Vemos isso nas brigas no trânsito, entre vizinhos, nas filas etc. Passou a ser "normal" receber ou dar cotoveladas, no sentido literal ou figurado, quando freqüentamos o espaço público. Ora, tal atitude inviabiliza a convivência social!
É claro que o estado da convivência pública contamina e afeta os mais novos, que o reproduzem: onde há grupos de crianças e adolescentes, a agressividade se transforma em violência entre os pares e contra o patrimônio. Tal e qual os adultos, eles não se envergonham dos atos que praticam contra os outros, o que significa que pouco se importam com sua imagem perante o outro. O problema é que a vergonha moral é um sentimento importante na formação e na ação moral em sociedade.
Relembrando as tragédias citadas, percebemos que nem os policiais nem o seqüestrador demostraram sentir vergonha de seus atos. Isso é preocupante e deve nos fazer pensar se damos valor aos ensinamentos do agir moral e da convivência em sociedade. Parece que preferimos eleger a competição como o mais importante, não é?
Em segundo lugar: os sentimentos têm merecido nossa atenção na educação? Quando uma criança explode por raiva ou se descontrola por ciúme, ela precisa conhecer o sentimento que a assaltou e saber que ele é legítimo, mas que sua expressão precisa ser controlada porque incide sobre o outro.
Finalmente, que valor e sentidos temos dado às leis? Para que cumpram o papel de nos proteger, é necessário ensinar a obediência a elas. Não a obediência cega e passiva, é claro. É preciso, também, aprender a se rebelar contra algumas leis e a analisá-las criticamente, mas a transgressão pura ou o confronto truculento e irresponsável não costumam ser os melhores caminhos para isso. Temos tratado sobre isso, nas escolas, principalmente?
A educação não pode ser considerada a única condição para mudar a sociedade, mas é de grande importância no processo de manutenção da vida democrática. Precisamos honrar tal compromisso quando educamos filhos e alunos.
Texto: Roseli Sayão

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