terça-feira, julho 06, 2010

Sou Divina

Olá meninos e meninas.
Meu texto hoje vai ser curto. Estou bastante chateada com a mediocridade humana. O quanto um ser que diz humano é capaz de descer para garantir seus próprios interesses? Bem baixo, garanto.
Sou uma mulher de personalidade intensa. Não me submeto a usar cabresto para servir a conveniências políticas, sociais ou hierárquicas.
Para algumas pessoas um "mais ou menos" é suficiente.
Para mim não.
Eu nunca me permiti ser mais ou menos coerente, ou mais ou menos verdadeira, ou mais ou menos feliz. Não consigo. Tudo bem, se vocês conseguem.
Eu não consigo.
Minha força incomoda muitas pessoas inseguras. Meu pai dizia que os lugares se iluminavam quando eu chegava. Uma delicadeza de pai. Mas sou assim desde sempre. Fui representante de sala, gremista, capitã de time de volei e de futebol de salão, líder estudantil e a namorada do vocalista da banda de sucesso no colégio, a popular da turma... Sabe essas pessoas que sempre estão no meio do furacão?
Sou eu.E nunca foi por escolha, sempre involuntário.
Eu tenho a capacidade de me reiventar, não me incomodo fácil com as mesquinharias ou ignorâncias alheias quando estas são intrínsecas. Minha indignação é com pessoas que se sentem a sombra e manipulam outras para desmoralizar e "apagar" a luz própria de outros tantos. Tenho intolerância a manipuladores. São escória. Incapazes. Incompetentes. Impotentes e ridículos.
Eu tenho Deus e São Miguel Arcanjo.
Tenho Nossa Senhora da Conceição e Santa Sara Kali.
Tenho Pretos Velhos e Caboclos.
Quem somos e o que nos tornamos; onde estávamos e para onde vamos...
O conhecimento de si mesmo, num nível mais profundo, é simultâneo ao conhecimento de Deus.Estas pessoas estão desde sempre sem bússola, sem saber quem são, e sem Deus...
Vou terminar com a citaçao de um poema do poder divino da mulher encontrado nas paredes de uma caverna no Mediterrâneo:

Sou a primeira e a última
Sou a honrada e desprezada.
Sou a meretriz e a sagrada.
Sou a esposa e a virgem.
Sou a infértil ....e muitos são meus filhos.
Sou o silêncio que é incompreensível...
Eu sou o pronunciar do meu próprio nome.

Um beijo aos meninos e meninas que sabem respeitar e reconhecer a força do outro quando a encontram.


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